QpQ Resenha | O Exterminador do Futuro: Gênesis

"O Exterminador do Futuro: Gênesis" se dá bem auto referenciando a franquia

A franquia “O Exterminador do Futuro” nunca foi um exemplo de história bem amarrada. Ao longo dos quatro filmes que fazem parte dela, de 1985, 1991, 2003 e 2009, sobraram pontas soltas que não eram resolvidas dentro do próprio filme ou suas sequências.

“Gênesis” se encarrega de fechar um ciclo na série e iniciar outro.

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Na trama, em 2029, a resistência humana contra as máquinas é comandada por John Connor (Jason Clarke, de “Planeta dos Macacos: O Confronto”). Ao saber que a Skynet enviou um exterminador ao passado com o objetivo de matar sua mãe, Sarah Connor (Emilia Clarke, de “Game of Thrones”), antes de seu nascimento, John envia o sargento Kyle Reese (Jai Courtney, de “Divergente”) de volta ao ano de 1984, na intenção de garantir a segurança dela. Entretanto, ao chegar, Reese é surpreendido pelo fato de que Sarah tem como protetor outro exterminador T-800 (Arnold Schwarzenegger), enviado para protegê-la quando ainda era criança.

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O filme revisita cenas dos longas anteriores, muda pequenos detalhes e enriquece as explicações mais estapafúrdias tornando-as relativamente críveis aos olhos do espectador.

Schwarzenegger se mostra carismático no papel que o lançou ao estrelato em 1985. O restante do elenco funciona bem, com destaque para Jason Clarke, que é o 9º ator interpretando o personagem que é o estopim e talvez o fim da guerra contra as máquinas, tão falada ao longo dos filmes.

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As idas-e-vindas no tempo se sustentam com cenas bastante didáticas explicando os motivos da viagem temporal, para onde os personagens estão indo e suas motivações. Essas cenas servem também como um breve respiro entre a ação desenfreada.

Com elementos provenientes dos filmes anteriores, que moviam as tramas dos mesmos, esse novo “Exterminador” leva a franquia para um novo futuro, sem esquecer dos filmes que o trouxeram até aqui. Que venham as novas sequências! Hasta la vista, baby!

Nota:

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Sobre Felipe Sclengmann
Era praticamente impossí­vel que o cinema não acabasse sendo minha paixão. Cresci no prédio onde um cinema funcionava, criado por um avô e uma avó que se conheceram trabalhando no ramo. Então, tá explicado! Falar sobre cinema é um hobbie, uma paixão, tá no meu sangue! Este é o motivo do Quadro por Quadro existir (além de aplicar os conhecimentos de uma graduação em Sistemas de Informação, a qual detesto) e ele está aí para reunir quem também ama esta arte.