QpQ Resenha | Voo 7500

"Voo 7500" não é nenhum "Ju-on", mas surpreende e entrega muito mais que sustos

E esta semana somos premiados com mais um filme de terror! Horay, minha gente! E desta vez, ao invés de casas mal-assombradas, estamos em um avião mal-assombrado. Que tal, hein? Sai de férias e começa a se divertir já no voo pro seu destino! Show! Ou nem tanto. Confere aí o que o diretor da ótima franquia de terror Ju-on (O Grito), Takashi Shimizu, trouxe de novo, e de não tão novo, em Voo 7500.

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O filme acompanha diversas pessoas em um voo de Los Angeles a Tóquio. E na primeira meia hora do filme acompanhamos a história de cada um deles, pelo menos a basiquinha pra entendermos por que estão ali naquele voo. E enquanto estamos distraídos acompanhando suas desventuras, um dos passageiros (o mais estranho, claro!) passa mal e morre. Comoção na primeira classe, alocação dos passageiros para outra área do voo, tudo ok. Não. Aí acontece uma turbulência horrorosa (o maior pesadelo de quem está viajando de avião, certo?), máscaras de oxigênio caem, desespero geral. Depois disso, a vida dos passageiros deste voo vira mesmo de pernas pro ar, ainda mais quando o fantasma do passageiro morto começa a assombrá-los.

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Vou confessar que não esperava muito do filme, mas ele me surpreendeu em diversos aspectos. Me lembrou um pouco (só um pouco, não vão me apedrejar pela comparação) o filme O Teste Decisivo (não viu? confere o trailer aqui!), do meu diretor preferido de horror, Takashi Miike. Por quê, você me pergunta? Pela ambientação… ambos começam de forma lenta, com uma ambientação até exagerada, mostrando detalhes inúteis dos personagens, contando histórias. Mas quando tá na hora do pau, você não vai saber de onde a porrada veio. E tirar o chão do espectador, principalmente em filmes de terror, é o melhor que pode ser feito.

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Ah, o filme entrega muitos sustos. Nada assim, “ó, morri do coração”, mas tem uns momentos de ficar na beira da cadeira. Vale mesmo a ida ao cinema, ainda mais bem acompanhado (assim dá pra pedir reforços na hora do medo!). Se for assistir, lembra de passar aqui e comentar o que achou 😉

Nota:

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Sobre Melissa Correa
Cinema sempre foi minha maior paixão, sempre fez parte de quem eu sou. Quando criança, eu levantava pra ver filmes de terror de madrugada, escondida. Ficava até três da matina (bendito fuso horário de Los Angeles!!) pra acompanhar o Oscar. E salvava cada centavinho pra ver os filmes no cinema. Hoje também curto viajar, beber café e ler, mas o cinema continua em primeiro lugar na minha vida.