QpQ Resenha | Missão: Impossível – Nação Secreta

Rebecca Ferguson rouba a cena em "Missão: Impossível - Nação Secreta"

Sim, não dá para acreditar no físico e disposição que Tom Cruise exibe ao longo de Missão: Impossível – Nação Secreta, quinto filme da franquia. Mas quem rouba a cena na sequência é Rebecca Ferguson, atriz sueca de Hércules, que interpreta uma agente britânica.

O filme não tem o lirismo absurdo, mas fantástico, de Protocolo Fantasma, longa anterior da série cinematográfica. E isso não é ruim, de forma alguma!

Na trama, Ethan Hunt (Cruise) descobre que a famosa organização “Sindicato” é real, e está tentando destruir o IMF. E a missão impossível da vez é descobrir como combater essa nação secreta, tão treinada e equipada quanto eles mesmos. O agente especial tem que contar com toda a ajuda disponível, incluindo pessoas não muito confiáveis que o rodeiam.

Os elementos que consagraram a série e agora a franquia cinematográfica (que, pasmem, já está para completar 20 anos) estão todos presentes em Nação Secreta. Gadgets tecnológicos, corridas contra o tempo em alta velocidade, máscaras realistas nas quais os agentes viram outras pessoas para se infiltrar em meio ao inimigo. A fórmula do sucesso de Missão: Impossível se prova infalível, mais uma vez!

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Mas quando digo que Rebecca Ferguson é quem rouba a cena, não necessariamente isso se deve à sua atuação. A personagem dela, Ilsa Faust, é quem o faz. Ela não se utiliza dos apetrechos da IMF e brinca com os membros da equipe de Hunt de forma perigosa e corporal. Mais uma personagem feminina forte de 2015, ao lado da Furiosa de Charlize Theron, de Mad Max: Estrada da Fúria.

Christopher McQuarrie substitui Brad Bird, de Protocolo Fantasma, na direção desta sequência e, repetindo a parceria de Jack Reacher – O Último Tiro com Cruise, ele extrai da ação o grau de suspense que o longa precisa e faz deste um filme mais visceral (na medida do que um Missão: Impossível pode ser).

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Nação Secreta comprova que a fórmula de Missão: Impossível deu certo mais uma vez. No quinto filme ainda não estamos cansados das peripécias dos espiões da IMF. É esperar por novas missões impossíveis. Ao menos enquanto Tom Cruise conseguir manter o ritmo da correria desenfreada!

Nota:

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Sobre Felipe Sclengmann
Era praticamente impossí­vel que o cinema não acabasse sendo minha paixão. Cresci no prédio onde um cinema funcionava, criado por um avô e uma avó que se conheceram trabalhando no ramo. Então, tá explicado! Falar sobre cinema é um hobbie, uma paixão, tá no meu sangue! Este é o motivo do Quadro por Quadro existir (além de aplicar os conhecimentos de uma graduação em Sistemas de Informação, a qual detesto) e ele está aí para reunir quem também ama esta arte.