QpQ Especial | 10 FILMES para ver no Dia Mundial de Combate à AIDS

Separamos 10 FILMES para ser vistos no Dia Mundial de Combate à AIDS

Na década de 80, uma doença desconhecida assustou e mudou o comportamento de muita gente.

A AIDS foi inicialmente identificada como “a peste gay”, ajudando a aumentar o preconceito e, em consequência, a ignorância, pois os héteros, se julgavam seguro.

A liberdade sexual conquistada nos anos 70 teria que mudar. Mudaram os costumes e as pessoas tiveram que amadurecer (não só sexualmente falando).

Hoje a doença mata cada vez menos, há um trabalho de conscientização muito maior e os remédios se mostraram eficazes em torná-la crônica e menos letal.

Dia 01 de dezembro foi estabelecido como o dia mundial de combate à AIDS, por isso separamos 10 FILMES que abordam o tema de forma séria e importante para a conscientização do espectador. Assista e se emocione com esses filmes importantes que já entraram para a história do cinema.


CLUBE DE COMPRAS DALLAS
(Dallas Buyers Club, 2013, 1h57 min)

Direção: Jean-Marc Vallée
Elenco: Matthew McConaughey, Jennifer Garner, Jared Leto e outros

Sinopse: O drama sobre a época mais obscura, logo no surgimento da doença ainda na década de 1980, proporcionou prêmios e confetes para seus atores e abordou a questão médica e política. Matthew McConaughey interpreta Ron Woodroof, um eletricista diagnosticado com AIDS e que passa a contrabandear medicamentos alternativos não-aprovados pela FDA para dentro do Texas, distribuindo-os à outros pacientes e estabelecendo, assim, o Clube de Compras Dallas.


THE NORMAL HEART
(The Normal Heart, 2014, 2h12 min)

Direção: Ryan Murphy
Elenco: Mark Ruffalo, Julia Roberts, Matt Bomer e outros

Sinopse: Telefilme da HBO, The Normal Heart é uma cinebiografia do dramaturgo e ativista americano Larry Kramer, dirigida por Ryan Murphy (criador de Glee e diretor de Comer, Rezar, Amar). Contando com uma narrativa crua, o diretor não foge dos conflitos e das divergências que marcaram todo o crescimento do movimento gay norte-americano e da propagação do vírus nos anos 80.


FILADÉLFIA
(Philadelphia, 1993, 1h59 min)

Direção: Jonathan Demme
Elenco: Tom Hanks, Denzel Washington, Mary Steenburgen e outros

Sinopse: O filme mais conhecido sobre o tema trata sobre a fobia e a falta de informação em torno da AIDS e dos soropositivos. O longa mostra o promissor advogado (Tom Hanks) que trabalha para um tradicional escritório da Filadélfia e é despedido após descobrir ser HIV positivo. Ele então contrata os serviços de um advogado (Denzel Washington), que supera os próprios preconceito, para conseguir o mínimo de diretos para o seu cliente.


A CURA
(The Cure, 1995, 1h38 min)

Direção: Peter Horton
Elenco: Brad Renfro, Joseph Mazzello, Bruce Davison e outros

Sinopse: Erik (Brad Renfro) é um garoto solitário que atravessa todas as barreiras que o preconceito ergueu e se torna amigo do seu vizinho, Dexter (Joseph Mazzello), um garoto de 11 anos que tem AIDS. Erik se torna muito ligado a Linda (Annabella Sciorra), a mãe de Dexter, e na verdade fica mais próximo dela que da sua própria mãe, Gail (Diana Scarwid), que é negligente com ele e quase nunca lhe dá atenção. Quando os dois garotos lêem que um médico de Nova Orleans descobriu a cura da AIDS, os meninos tentam chegar a este médico para conseguir a cura. É um filme de pura emoção, que fica difícil controlar as lágrimas, uma abordagem sensível e tocante sobre a verdadeira amizada.


MEU QUERIDO COMPANHEIRO
(Longtime Companion, 1989, 1h36 min)

Direção: Norman René
Elenco: Stephen Caffrey, Patrick Cassidy, Brian Cousins e outros

Sinopse: Primeiro longa a abordar diretamente o tema. A trama de Meu Querido Companheiro gira em torno de três casais gays e a apreensão com as notícias do surgimento da doença, os primeiros sintomas e a solidariedade que os uniam.


AS HORAS
(The Hours, 2001, 1h54 min)

Direção: Stephen Daldry
Elenco: Nicole Kidman, Julianne Moore, Meryl Streep e outros

Sinopse: O drama com histórias paralelas também discute a doença, ao contar a história do escritor Richard (Ed Harris), já bem debilitado pela AIDS. Há o esforço e o carinho dos amigos em mantê-lo otimista, como Clarissa Vaughn (Meryl Streep) faz em uma sequência emocionante, mas há também um paralelo com o romance “Mrs. Dalloway”, de Virginia Wolf. O escritor, na fase terminal, é visto como um profeta.


KIDS
(Kids, 1995, 1h31 min)

Direção: Larry Clark
Elenco: Leo Fitzpatrick, Chloë Sevigny, Rosario Dawson e outros

Sinopse: O conturbado mundo dos adolescentes americanos passa pela lente do polêmico diretor Larry Clark. Sem rodeios, e com pungência, o cineasta mostra o consumo de drogas e o sexo sem proteção. Entre os personagens, um garoto, que deseja só transar com virgens, e uma jovem, que só teve um parceiro mas é HIV soropositivo.


RENT – OS BOÊMIOS
(Rent, 2005, 2h15 min)

Direção: Chris Columbus
Elenco: Rosario Dawson, Taye Diggs, Wilson Jermaine Heredia e outros

Sinopse: É um musical que acontece na moderna e boêmia East Village, em Nova York, em 1980 e gira em torno de sete boêmios, ligados de certa forma, que tentam lidar com a sexualidade, drogas e a AIDS, sem se esquecer do aluguel.


GIA – FAMA E DESTRUIÇÃO
(Gia, 1998, 2h00 min)

Direção: Michael Cristofer
Elenco: Angelina Jolie, Elizabeth Mitchell, Eric Michael Cole e outros

Sinopse: Angelina Jolie vive Gia Maria Carangi, uma modelo da Filadélfia que vai à Nova York tentar a sorte no mundo das passarelas e logo se torna uma das top models mais requisitadas do mundo. Só que sua personalidade eletrizante e desilusão no amor podem leva-la a lugares perigosos. Devido a problemas pessoais, Gia começa a ser usuária frequente de heroína, que acaba a levando à ruína depois de contrair AIDS por uma seringa contaminada.


CAZUZA – O TEMPO NÃO PARA
(Cazuza – O Tempo Não Para, 2004, 1h38 min)

Direção: Sandra Werneck, Walter Carvalho
Elenco: Daniel de Oliveira, Marieta Severo, Reginaldo Faria e outros

Sinopse: A cinebiografia de Cazuza mostra suas origens e seu surgimento com o Barão Vermelho, mas lá pela metade do filme há uma quebra: o cantor, interpretado com maestria por Daniel de Oliveira, descobre que é soropositivo. O calvário e a coragem de Cazuza, um dos primeiros famosos a assumir a doença publicamente, pesam no contexto histórico.


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