QpQ Resenha | Almost Christmas

Danny Glover deixa sua máquina mortífera de lado para encarnar um pai que reúne a família para o primeiro Natal sem sua esposa em "Almost Christmas"

O Natal pode ser uma data religiosa para uns ou uma data comercial para outros, mas no cinema o grande sentimento que o acompanha é o de reunir a família e comer muito enquanto trocamos presentes. Em Almost Christmas, é quase esse o caso. Quase, porque a matriarca da família faleceu recentemente e seu marido, Walter (Danny Glover), reúne seus filhos para o primeiro Natal sem sua presença. E os cinco dias que antecedem a data.

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Cheryl (Kimberly Elise) é casada, assim como Christian (Romany Malco), enquanto Rachel (Gabrielle Union) é separada e Evan (Jessie T. Usher), o caçula, solteiro. Cheryl é casada com um tipo meio escorregadio, o “tio Lonnie” (J.B.Smoove), Christian é um político sempre ocupado com seus negócios, Rachel tem uma filha adorável que é mais madura que ela rs e Evan tem futuro no futebol americano. E ainda temos a presença ilustre da tia May (Mo’Nique)- bem diferente da do Homem-aranha.

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Walter tenta fazer a tão amada receita de torta que sua esposa costumava preparar. Mas como não consegue achar os papéis com suas receitas originais, essa tarefa se prova um tanto difícil. Cada um dos filhos tem suas próprias preocupações nesses dias em família, como o fato de Cheryl e Rachel não se suportarem, algo claramente acontecendo com Evan e Christian lidando com um dilema moral. Mas secretamente sabemos que vai ficar tudo bem no final.

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Filmes de natal normalmente misturam um pouco de romance com drama e comédia e esse não é diferente. Mesmo assim, impressiona o quanto a família enche o cômodo de alegria ao lembrar de momentos juntos na infância. Diria que o grande pecado do filme é não ligar para a trilha sonora e, gente, não há filme de Natal que se preze sem música de Natal. Mas se está procurando por um filme leve e divertido, jackpot (bingo!).

Nota:

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Sobre Marcela Sachini
Libriana (portanto, indecisa), sou viciada em seriados (inclusive sul-coreanos), apaixonada por idiomas, música e literatura. Moraria em Notting Hill com toda a certeza, só esperando um convite do Henry Cavill para isso. Fui ao cinema pela primeira vez com 6 anos. Foi amor à primeira vista, desde então não parei mais.