QpQ Resenha | Norman – Confie em Mim

"Norman - Confie em Mim" é Richard Gere mostrando que não serve só pra ser galã

Não é de hoje que Richard Gere largou dos papéis em que interpretava galãs para se dedicar a papéis com personagens mais profundos. O eterno astro de Uma Linda Mulher e Gigolô Americano estrela dessa vez o filme Norman – Confie em Mim, que conta a história do personagem com nome homônimo, um judeu que tenta conquistar seus objetivos usando sua bondade e generosidade.

A história começa quando Norman conhece um político israelense em Nova York e tenta conquistar a amizade dele comprando um caríssimo par de sapatos para o mesmo. Três anos depois, Norman revê o político (dessa vez em ascensão) e, para surpresa geral, ele o reconhece e ainda dá um cargo para o antigo amigo. A partir daí, a vida de Norman vira uma montanha-russa com as coisas boas e ruins que acontecem após esse episódio.

Agora vamos falar do filme propriamente dito. A linguagem do longa é muito gostosa, embora o filme seja maçante em algumas partes. Talvez pela duração do mesmo, que chega a ter duas horas contando os créditos finais.

O filme é feito como uma peça de teatro, sendo dividido em atos. Mais um ponto positivo. Faz muito sentido a história ser assim.

Temos lentes de câmera específicas para cada situação, cenas muito bem dirigidas e atores cumprindo muito bem seus papeis, além de terem uma química incrível. Mas o verdadeiro dono do filme é Richard Gere. O ator combina muito com o personagem e isso dá um gás enorme para a história.

Podem confiar no Norman, gente. Ele vale a pena. <3

Nota:

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Sobre Bira Megda
Publicitário em formação, é apaixonado por cinema desde pequeno. Entre suas paixões do mundo cinematográfico, as obras de Steven Spielberg e os romances estrelados por Audrey Hepburn se destacam facilmente (mas não que um filme sangrento dirigido pelo Tarantino seja dispensável). Além disso, ama escrever sobre o mundo pop e colecionar filmes e livros. Por último, mas não menos importante, respira e come tudo relacionado ao universo Harry Potter. P.S.: ele também acha estranho escrever sobre si mesmo em terceira pessoa.