QpQ Resenha | Baywatch

“Baywatch” revive os tempos idílicos de “S.O.S. Malibu“

Baywatch, que no Brasil é conhecido como S.O.S. Malibu foi uma série sobre salva-vidas que patrulhavam as mais lotadas praias de Los Angeles, na Califórnia. A série durou de 1989 até 1999 (e de 1999 a 2001 chamava-se Baywatch Hawaii), constando no Livro de Recordes Mundiais como o seriado de TV mais assistido de todos os tempos, com mais de 1,1 bilhão de telespectadores em 142 países no ano de 1996.

Na nova adaptação, Dwayne Jhonson, o inesquecível The Rock, encarna Mitch Buchannon, salva-vidas que ama o que faz e é amado por quase todos… Além dele o time de heróis conta com Stephanie Holden (Ilfenesh Hadera) e C.J. Parker (Kelly Rohrbach).

Uma vez por ano é feita uma seleção para que outros tenham a chance de se tornar um salva-vidas super-herói como Mitch, e, desta vez o “grandão” terá que treinar um novo recruta egocêntrico: o medalhista olímpico em decadência Matt Brody (Zac Efron), como exigência de seu superior, além de dois outros escolhidos pela equipe: Ronnie (Jon Bass) e Summer Quinn (Alexandra Daddario).

No processo, Mitch e equipe descobrem uma conspiração que pode ameaçar o futuro da baía, aí começa a trama e agora os dois precisam superar as diferenças. Efron terá que parar de questionar os valores da guarda Baywatch para proteger a praia amada e para que tudo volte ao normal.

O sexteto rende boas risadas quando tem que se unir de uma forma ou de outra para combater a maligna Victoria Leeds.

Priyanca Chopra encarna a vilã, o que é bastante curioso pois o roteiro original foi escrito pensando em um personagem masculino para o papel de vilão. Interessante saber que Chopra revelou ser fã da série desde pequena, conseguindo assim o papel. Logan Paul foi cotado para estar no filme, mas a sua cena acabou sendo cortada. Justin Timberlake e Justin Bieber, segundo rumores, fariam participações no filme – acredito que pelo fato de Mitch se recusar a chamar Matt pelo nome e entre outros apelidos depreciativos chamá-lo de Bieber, N-Sync, One Direction, entre outros, alguns deles sugeridos pelo próprio Zac Efron.

O filme é uma comédia de ação bem construída e tanto Johnson quanto Efron se mostram bem à vontade nos personagens. Claro que no fim é mais do mesmo, porém é divertido e emociona a plateia, mesmo porque os saudosistas do seriado televisivo sentem-se em casa e são agraciados com a aparição de Pamela Anderson e David Hasselhoff.

Nota:

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Sobre Lygia Richard
Carioca da gema, formada em Educação Fí­sica pela UFRJ, e também, professora de yoga e shantala, residente no Sul do paÃís desde setembro de 1987, sempre amei ir ao cinema! Fui frequentadora assí­dua nas filas de expectadores cinéfilos dos cinemas da época de ouro do Rio de Janeiro, entre outras salas na época de minha adolescência. Hoje divirto-me sendo colaboradora do QpQ, algo prazeroso e que me traz muita alegria.