QpQ Resenha | Fala Sério, Mãe!

Ingrid Guimarães volta aos cinemas com a comédia familiar “Fala Sério, Mãe!”

Fala Sério, Mãe! foi baseado no livro da autora Thalita Rebouças. O mesmo livro também já serviu de inspiração para um dos episódios da série As Brasileiras. Thalita é uma autora de livros infanto-juvenis de sucesso, prova disso é que livros como Uma Fada Veio Me visitar e Tudo Por Uma Pop Star também ganharam adaptações. O primeiro foi adaptado com o título de É Fada, estrelado por Kéfera Buchmann. O segundo chegará aos cinemas em 2018 e será estrelado pela atriz adolescente Maísa Silva.

Em Fala Sério, Mãe!, acompanhamos Ângela (Ingrid Guimarães) desde o momento em que se torna mãe pela primeira vez, até o momento em que sua filha mais velha Malu (Larissa Manuela) decide sair de casa para morar no exterior. O longa mostra as felicidades e as insatisfações dos relacionamentos familiares. Dramas como divórcio, primeiro beijo e primeira vez são abordados com sucesso.

Ingrid Guimarães dá o ritmo cômico ao filme. A atriz já é experiente em filmes de comédia, e para ela a atuação nesse filme deve ter sido algo natural. E essa leveza no papel é algo que o público pode perceber com facilidade. Mesmo em cenas mais dramáticas, Ingrid mostrou grande talento e domínio sobre o texto. Larissa Manuela vem surpreendendo a cada filme que aparece. Em Fala Sério, Mãe!, Larissa está com uma atuação mais madura e já indica que se tornará uma grande atriz se souber aproveitar melhor as oportunidades. É nítida a evolução da atriz dos últimos filmes até aqui.

Fala Sério, Mãe! é um filme voltado para um público mais jovem e também para a família, em especial para as mães. Mesmo sendo um filme de comédia, Fala Sério, Mãe! possui temas sérios que fazem refletir. Questões como amor incondicional de mãe, e a dificuldade de se adaptar à medida em que os filhos crescem, são temas do longa. Recomendo!

Nota:

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Sobre Viní­cius Gratão
Geek de carteirinha, apaixonado por quadrinhos, games, animes e tecnologia. Formado em cinema, amo particularmente os clássicos e os westerns à  italiana. Acredito em tudo, inclusive em Tex Willer.