10 FILMES | Os Prediletos da Equipe do QpQ em 2017

Cada um tem seu predileto. Confira o dos colaboradores do QpQ!

Com uma equipe tão eclética é óbvio que os prediletos de cada um seriam os mais diferentes filmes de 2017. Confira o longa predileto de cada um dos colaboradores do Quadro por Quadro:


MÃE!, por Bira Megda
(Mother!, 2017, 2h02)

Direção: Darren Aronofsky
Elenco: Jennifer Lawrence, Javier Bardem, Ed Harris e outros

Mãe! consegue se destacar como um dos meus favoritos de 2017 pelo simples motivo de que é o cinema como arte e não apenas entretenimento. Filme para mexer com a cabeça do espectador, que vai ao cinema esperando um thriller psicológico e recebe aspectos técnicos espetaculares, além de grandes metáforas sobre a existência humana, psicológico, crenças e inúmeras outras coisas. Tudo é impecável, fazendo com que o filme acabe e você continue pensando nele sem parar. Definição de arte e personificação de perfeição!


HOMEM-ARANHA: DE VOLTA AO LAR, por Diego Patrick
(Spider-Man: Homecoming, 2017, 2h14)

Direção: Jon Watts
Elenco: Tom Holland, Michael Keaton, Robert Downey Jr. e outros

Para mim, Homem-Aranha: De Volta ao Lar é o melhor filme de 2017. As expectativas dos amantes da Marvel e fãs do super-herói foram grandes antes da estreia, mas acredito que todas tenham sido superadas depois de muitos até duvidarem do projeto. A interpretação de Tom Holland, a montagem, o conjunto de inovações e um roteiro moderno muito bem desenvolvido são frutos da gestão impecável que a Marvel vem fazendo dentro do seu universo cinematográfico: um show de revolução no cinema mundial. É o melhor porque soube ousar, transformar e agradar ao público! Já queremos mais Peter Parker!


ERA O HOTEL CAMBRIDGE, por Emanuela Siqueira
(Era o Hotel Cambridge, 2017, 1h39)

Direção: Eliane Caffé
Elenco: Carmen Silva, Isam Ahmad Issa, José Dumont e outros

Era o Hotel Cambridge é um dos grandes filmes do ano porque consegue unir as questões de moradia, imigração e coletividades em um filme esteticamente redondo. Eliane Caffè e equipe conseguem trabalhar de forma que as temáticas mais latentes no Brasil sejam matéria ficcional que mostra o outro lado das ocupações, como ações de resistência coletiva, construção política e ação diante de um sistema violento e cruel. Um filme necessário para os próximos anos no Brasil, principalmente para não esquecermos a forma que as resistências se constroem muito longe dos prédios institucionais.


MULHER-MARAVILHA, por Felipe Cavalcante
(Wonder Woman, 2017, 2h21)

Direção: Patty Jenkins
Elenco: Gal Gadot, Chris Pine, Connie Nielsen e outros

Mulher-Maravilha se provou um filme gracioso sobre uma presença forte que se identifica com todos os gêneros e crenças. É um filme importante sobre a maior heroína dos quadrinhos que tomou forma e hoje é digno de aplausos.


DUNKIRK, por Lygia Richard
(Dunkirk, 2017, 1h47)

Direção: Christopher Nolan
Elenco: Fionn Whitehead, Mark Rylance, Tom Hardy e outros

Christopher Nolan é uma espécie de Rei Midas do cinema norte-americano. Tudo o que o cara coloca o dedo vira ouro (se não em grande bilheteria, em qualidade mesmo). Dunkirk é o filme de guerra mais envolvente dos últimos tempos e isso se deve à inventividade do diretor em dividir uma mesma trama em 3 espaços e com tempos diferentes. É impossível não sair do cinema impactado.


MINHA VIDA DE ABOBRINHA, por Marcela Sachini
(Ma Vie De Courgette, 2015, 1h06)

Direção: Claude Barras
Elenco: Gaspard Schlatter, Sixtine Murat, Paulin Jaccoud e outros

Escolher o melhor filme do ano nunca é batata, é um baita pepino, inclusive. Mas dessa vez fui de abobrinha mesmo, com essa animação adorável sobre pertencer, sobre amizade, sobre mudanças em nossas vidas. Essa é uma animação compacta, com uma trama simples e potente e que incorpora até mesmo o espírito de natal e tenho certeza de que você não se arrependerá de dar uma chance a essa graça – que foi indicado ao Oscar e ganhou o Oscar francês desse ano, o César. Não é pouca coisa não! Reúna a família, pegue uns snacks e aprecie essa preciosidade.


CORRA!, por Melissa Correa
(Get Out, 2017, 1h44)

Direção: Jordan Peele
Elenco: Daniel Kaluuya, Allison Williams, Catherine Keener e outros

Sim, meu filme preferido do ano é um de terror. Tá bem, meio manjado porque eu adoro filmes de terror, mas peraí, tenho uma justificativa pra isso. Na verdade, espero ter muitas até a temporada de festivais acabar. Historicamente falando, filmes de terror não são levados a sério, não. Prêmios? Quem sabe um Oscar de melhor maquiagem, ou edição. E tem que ser muito bam-bam-bam pra ganhar um prêmio bacana, tipo O Silêncio dos Inocentes, que tinha elenco estelar e foi baseado em uma obra bem consistente. Então quando um filme independente como Corra! começa a ganhar notoriedade por ser indicado a prêmios importantes, e não por maquiagem, mas por roteiro original, direção, atuação e, ueba!!, filme, aí você vê que o filme é mais que aquele terror hollywoodiano pra ser vendido no verão americano. Ele é um filme de terror consistente e que mete um puta prego no coração de questões que nos deixam bem desconfortáveis. Um filme que vale a pena ser assistido, e reassistido. E idolatrado 😀


LEGO BATMAN: O FILME, por Thais Wansaucheki
(The Lego Batman Movie, 2017, 1h45)

Direção: Chris McKay
Elenco: Duda Ribeiro, Marcio Simões, Andreas Avancini e outros

Animações de modo geral já são o meu gênero preferido de filme. Essa categoria tem sido motivo de lembranças queridas de infância e momentos muito divertidos ao longo dos anos, seja indo ao cinema ou revendo algum filme em casa. Além da nostalgia, eu admiro a habilidade que desenvolver esse tipo de longa requer, sejam eles feitos de massinha, desenhados à mão ou digitalmente, sempre me surpreendo com o toque artístico de cada produção. E esse ano, uma da minhas surpresas foi quando assisti LEGO Batman: O Filme, filme que atendeu à todas as minhas expectativas. LEGO Batman: O Filme mostra todas as características esteriotipadas desse e de outros heróis e das suas histórias ao mesmo tempo que brinca, literalmente, com o universo das pecinhas. Isso resultou em um filme divertido, animado, interessante e que não é destinado somente ao público infantil. Por isso e também porque a trilha sonora é tão boa quanto “Everything is Awesome” de Uma Aventura LEGO, esse é com certeza o meu filme predileto do ano!


THOR: RAGNAROK, por Tina Santos
(Thor: Ragnarok, 2017, 2h11)

Direção: Taika Waititi
Elenco: Chris Hemsworth, Tom Hiddleston, Cate Blanchett e outros

Thor: Ragnarok é surpreendente para o Universo Cinematográfico Marvel, mas principalmente para a franquia, ver algo atingir a maturidade – ver que o poder de Thor vai além do martelo. O filme é vibrante, daqueles de grudar na cadeira e ficar esperando cada novo ato, e os vilões? Ah, esses não têm como não se apaixonar, fica um gosto de quero muito mais!! Thor é um deus e mostrou porque!


BOM COMPORTAMENTO, por Vinícius Gratão
(Good Time, 2017, 1h41)

Direção: Ben Safdie, Joshua Safdie
Elenco: Robert Pattinson, Ben Safdie, Buddy Duress e outros

O ano de 2017 foi cheio de ótimos filmes e surpresas, e uma delas foi a atuação de Robert Pattinson em Bom Comportamento dos irmãos Safdie. O filme é maravilhoso! Você fica ligado do começo ao fim, além de torcer para que o personagem de Pattinson consiga sair ileso de tudo aquilo. Valeu muito ter assistido ao longa. Durante a sessão você torce para que o filme demore a acabar, e quando termina, você sai do cinema com a história na cabeça. Definitivamente Robert Pattinson conseguiu provar que é muito mais do que um vampiro chorão.


ESCOLHA DO EDITOR

STAR WARS – OS ÚLTIMOS JEDI, por Felipe Sclengmann
(Star Wars: The Last Jedi, 2017, 2h32)

Direção: Rian Johnson
Elenco: Daisy Ridley, John Boyega, Oscar Isaac e outros

Queria evitar de ter Star Wars – Os Últimos Jedi como meu predileto do ano por achar que posso estar sendo influenciado pelo fato de ele ter sido o último grande filme do ano, mas a verdade é que o Episódio VIII da franquia é um filme grandioso em diversos sentidos. Ele encerra algumas tramas pendentes de O Despertar da Força e da trilogia original, faz saudosismo com diversos momentos e despede de Carrie Fisher com grandiosidade e sentimentalismo e tudo isso envolto numa aura bem Star Wars, divertida e empolgante. Ou seja, não tem como essa não ser minha escolha.


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