A Grande Muralha │ Resenhas: Quadro por Quadro

Resenha │ A Grande Muralha

23.02.2017 │ 07:15

Mais um blockbuster para a filmografia de Matt Damon, o melhor jeito de assistir A Grande Muralha é não criar muitas expectativas e deixar que o longa mostre suas pequenas surpresas.

Pólvora é o artefato que entrega a vitória a qualquer guerreiro, uma vez que promete “transformar ar em fogo”, por isso, os mercenários William (Matt Damon) e Tovar (Pedro Pascal) estão em busca do item. Após serem perseguidos por saqueadores, eles acabam se deparando com a Grande Muralha e feitos prisioneiros do exército de elite que guarda o lugar. Espantados com a suntuosidade do muro, não demora muito para a dupla descobrir do que os chineses estão se protegendo, e como. Divididos entre se juntar ao exército ou findar sua busca, os dois precisarão decidir pelo que vale realmente a pena lutar.

É difícil acreditar que esse seja o filme chinês mais caro já feito, pelo menos quando consideramos a base da história: um exército defendendo a China de uma ameaça que veio do espaço. Porém, justamente esse detalhe fica em segundo plano, pois o exército e o combate tem todo o destaque.
A quantidade de soldados, suas táticas, as roupas de batalha, a sincronia e todo o estilo e disciplina oriental ficam em evidência e, de certa forma, até suavizam as cenas em que o personagem principal demonstra habilidades impossíveis através de ações ainda mais inacreditáveis. Além disso, a existência (ou não) de um romance, também fugiu um pouco do óbvio, o que deixa a trama mais crível.

Filmado em grande parte na China e também na Nova Zelândia, A Grande Muralha mostra a ação necessária para entreter os espectadores, sem desanimar nos efeitos especiais e com esses detalhes na trama que garantem uma boa sessão.
Nota:

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A Grande Muralha

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