Resenha │ A Jovem Rainha

23.02.2017 │ 19:01

Filmes em que a história se passa antes do século XX costumam ser “duros”. O peso das roupas, perucas e modos, ficam repetitivos e causam alguma confusão nos fãs do gênero. A Jovem Rainha tenta mudar um pouco o formato e erra, apesar de acertar na fotografia e figurinos muito bem pesquisados.

Enigmática e em conflito é Cristina (Malin Buska), rainha coroada da Suécia. Criada rigorosamente como um príncipe, ela assume sua posição como líder e, inspirada pela filosofia, enfrenta grande resistência às suas ideias de modernizar a Suécia e acabar com a Guerra dos Trinta Anos, entre protestantes e católicos. Além dos problemas políticos, Cristina ainda precisa lidar com a sua crescente atração por uma dama de companhia.
Uma rainha criada para pensar desde pequena mudou a história de forma positiva. Da adaptação feita pelo diretor que tenta modernizar a história fazendo com que Cristina se apaixone por uma mulher e assim quebre mais tabus.

Apesar da estética ser meio de novela, o que não carrega o poder histórico do filme e sim a curiosidade pelo romance proibido e muito criticado pela corte e mãe da rainha, assim ficamos um pouco perdidos com o foco da história. O que não é um grande problema já que a produção na média mais agrada do que desagrada.
Se você é fã do gênero e gosta de história, corre pro cinema conferir outra versão sobre a história da Rainha da Suécia.
Nota:

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A Jovem Rainha

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