Resenha │ Mad Max: Estrada da Fúria

14.05.2015 │ 11:21

Três décadas separam as primeiras sequências do último lançamento da saga Mad Max, Estrada da Fúria, mas George Miller não perdeu a mão quando se trata de dirigir a franquia.

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O cenário é o de um futuro mais apocalíptico do que nunca. A guerra por água e combustível está no auge, e Cidadela é um dos locais em que milhares sobrevivem às custas de um governante tirano, Immortan Joe (Hugh Keays-Byrne). Em sua tentativa de fugir da cidade, o prisioneiro Max (Tom Hardy), cruza o caminho de Furiosa (Charlize Theron) e um grupo de mulheres que também está em busca de liberdade. Ele se vê novamente envolvido no conflito de seguir solitário ou ajudar o grupo em sua arriscada investida.

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Cada minuto da sequência de pura ação contam para a trama. O filme é incrivelmente eufórico e explora todos os elementos possíveis para atingir essa sensação.

As cores são intensas mesmo quando opostas e o mesmo ocorre com a música, que não só está bem marcada como ganhou um personagem próprio para destacá-la. Os detalhes vistos nos filmes anteriores também foram mantidos, desde os closes em objetos que complementam as cenas, como as rápidas olhadas por um retrovisor, o engatilhar de uma arma, o câmbio das máquinas e claro, as expressões de cada personagem, até o remake de algumas delas.

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Inclusive, Keays-Byrne vive novamente o vilão, tal qual no primeiro longa da franquia. Porém, a força do filme está em sua exploração do corpo humano, em todos os sentidos da palavra e independente de gênero. Assim como dos atos violentos. Ele mostra, de forma velada ou não, a prática de atrocidades humanas juntamente com ideais de justiça, união e amizade.

Nota:

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Mad Max: Estrada da Fúria

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