Meu Nome é Jacque │ Resenhas: Quadro por Quadro

Meu Nome é Jacque

14.04.2016 │ 09:59

14.04.2016 │ 09:59

Meu Nome é Jacque é um filme sobre uma pessoa. Calha desta pessoa ser de uma fibra incrível e propôr discussões necessárias nas realidades brasileira e mundial atuais.
O filme, com roteiro e direção de Angela Zoé (produtora do documentário Betinho – A Esperança Equilibrista), conta a trajetória de Jacqueline Rocha Cortês, uma mulher transexual brasileira, ativista no combate ao HIV. Há 22 anos ela é portadora do vírus e tem sua jornada marcada por lutas e conquistas como representante do governo brasileiro em diversos órgãos.
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Através dos depoimentos e conversas com Jacque, amigos, familiares, colegas e médica, o documentário vai se aprofundando em temas como diversidade, sexualidade, identidade de gênero, preconceito, homofobia, mas acima de tudo, família. E que família! A família de Jacque se mostra de uma compreensão ímpar e é de se desejar que todas as famílias brasileiras fossem como a dela.
O tema família permeia o longa e seus depoimentos como um todo. Jacqueline hoje é casada e mãe de dois filhos e morando numa pequena cidade, leva uma vida voltada para a maternidade. Ao acompanhar o cotidiano da “personagem”, vamos nos envolvendo com seus familiares e desejamos que outras transexuais, gays, lésbicas, e etc., tenham familiares de tamanha compreensão e que os apoiem como a família de Jacqueline. Embora saibamos que a realidade é outra, bem diferente ainda hoje.
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De qualquer forma, Meu Nome é Jacque é um filme importante, que chega em um ótimo momento, onde precisamos discutir os temas abordados nele, mas sempre com muito amor e respeito.
P.S.: O filme terá uma exibição especial no Cine Odeon – Centro Cultural Luiz Severiano Ribeiro, no RJ, mas chega a GloboNews no dia 07 de maio.
Nota:

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