Resenha │ Os Vampiros que se Mordam

30.09.2010 │ 13:14

Como comédia, “Os Vampiros que se Mordam” é um verdadeiro horror. A sátira de “A Saga Crepúsculo” tenta, em vão, fazer piadas com os excessos irritantes de uma das franquias mais risíveis de todos os tempos. O que consegue? Ser pior que a própria franquia.
Mas esse é o mundo de Jason Friedberg e Aaron Seltzer, que já presentearam, por assim dizer, as plateias do mundo todo com pérolas como “Deu a Louca em Hollywood” e “Espartalhões”. A receita é a mesma: Pegue um filme conhecido (ou vários) pincele referências da cultura pop, piadas sexuais e gags físicas com socos e coisas do gênero.
É como assistir à timeline do twitter, de alguém que fica horas em frente à TV assistindo o canal de futilidades E!
Destaque apenas para a atriz principal chama atenção em meio ao caos, com sua performance idêntica à insossa Kristen Stewart. A interpretando até melhor que a própria atriz. Pena não ser o suficiente para salvar o longa. As piadas são sem graça. Tudo é previsível.

Os Vampiros que se Mordam

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