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Um Príncipe em Nova York 2

A tentativa de retorno da comédia de sucesso da década de 1980 nos faz questionar os motivos para sequências existirem

06.03.2021 │ 10:01

06.03.2021 │ 10:01

A tentativa de retorno da comédia de sucesso da década de 1980 nos faz questionar os motivos para sequências existirem

Final de semana chegando, e a pergunta que não quer calar é: qual o filme bacaninha que vai te fazer relaxar neste final de semana? A resposta é qualquer um, menos Um Príncipe em Nova York 2.

Aí você fala, “Melissa, para de ser essa chata cheia de mimimi, a comédia tem Eddie Murphy, impossível não estar ótima”. Putz, verdade! Mas quer ver uma comédia boa com Murphy? Vai no concorrente da Amazon Prime, que foi a responsável por essa comédia horrorosa, e confira Meu Nome é Dolemite (Netflix, 2019), milhões de anos luz melhor.

Agora vamos ao ponto: qual o problema com esse filme? Bom, fora a tentativa de abusar da fórmula do primeiro filme (tenho que lembrar que eram os anos 1980 e muita coisa não funciona mais??), personagens nada carismáticos (o personagem principal, o novo príncipe – e o jeito que descobrem esse cara é pior do que quando a Elsa é chamada pela floresta no Frozen 2 -, é um babaca, mimado de 30 anos que precisa perguntar pra mãe se deve tomar banho com 3 mulheres ligo de manhã) e mega rasos, o filme ainda é bem machista (tentando fingir que não, com um monte de mulher “empoderada”, mas mantida em seu lugar até obter permissão dos homens para fazer o que eles querem).

Resumo da história, aproveita pra rever o clássico Um Príncipe em Nova York, de 1988, com ombreiras e piadas bregas da época. Ah, o filme tá na Netflix – touché, Amazon 😝

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