Caso em que a sequencia está um pouco melhor do que a primeira versão, “Quero matar meu chefe 2” foi um filme divertido de assistir apesar dos pesares.
Na trama, Nick, Dale e Kurt (Jason Bateman, Charlie Day e Jason Sudeikis, respectivamente) decidem ser seus próprios chefes e abrir um negócio. É quando fecham um acordo e são imediatamente traídos pelo grande investidor Bert Hanson, vivido por Christoph Waltz. A partir desse ponto, decidem raptar o filho do milionário e exigir resgate para salvar sua empresa.
O trio de personagens principais está melhor colocado assim como as piadas, talvez pela nova direção de Sean Anders. Aliada a isso está uma montagem das cenas que tornou o filme mais dinâmico e interessante. As pequenas aparições de Kevin Spacey, por exemplo, são mais do que suficientes para contribuir com essa ideia além de efeitos temporais à la “Onze Homens e um segredo”.
O mesmo no entanto não acontece com Waltz, pois novamente vemos o personagem irônico que o ator interpreta tão bem, sendo esse justamente o problema: vermos mais uma vez.
E se no primeiro longa são os chefes que roubam a cena, nesse caso é Chris Pine ao interpretar o perturbado Rex Hanson. A atuação é exagerada, mas combina com o personagem e se encaixa muito bem na atmosfera de absurdos engraçados que fazem a ida ao cinema valer a pena.
Virtude Selvagem
Virtude Selvagem, adaptado do romance vencedor do Pulitzer de Marjorie Kinnan Rawlings, é uma poderosa exploração do vínculo entre um garoto e seu animal de estimação, o impacto do crescimento e as complexidades das relações familiares. Dirigido com delicadeza e um...




