Essa animação mexicana trás para as telonas uma história dentro da história. Juntas, elas vão mostrar o verdadeiro poder de impacto da fé e das ações feitas em prol dos outros.

D.J é um jovem em luto pela morte dos pais e frequentemente se envolve em problemas. Em uma tarde depois da aula, ele é flagrado por policiais depois de desenhar em um muro e levado para a delegacia, contudo, antes mesmo de chegarem lá, Sr. Gunter, um idoso já sem habilitação para dirigir, atinge o carro dos policiais e também acaba detido. Este é início da convivência dos dois e também o início de uma narrativa paralela, pois enquanto se tornam amigos, o Sr. Gunter conta a D.J sobre a vida e obra do Santo Maximiliano Kolbe, um padre polonês prisioneiro no campo de concentração de Auschwitz que deu sua vida para salvar um homem desconhecido, também prisioneiro.
Maximiliano Kolbe e Eu é acima de tudo um filme educativo, que procurar ensinar e inspirar o público pelo viés religioso. Não é de todo ruim, afinal, todo o sacrifício e legado do Padre Maximiliano é real, suas ações tem transformado a vida das pessoas desde a juventude e continuaram após sua morte, porém, como obra cinematográfica não impacta.

O estilo da animação, que lembra muito o dos jogos de vídeo game do início dos anos 2000, talvez seja o fator mais interessante do longa, e mesmo assim é difícil de assistir quando sabemos o quanto esta área já evoluiu. Será com certeza um filme com apelo dentro de um nicho específico, mas é improvável que caia no gosto de públicos maiores, mesmo tendo a participação de algumas estrelas como Ashley Greene Khoury (Crepúsculo) na voz de Rachel, David Henrie (Os Feiticeiros de Waverly Place) interpretando D.J, Hector Elizondo (O Diário da Princesa) e o roteirista Bruce Morris, que participou de grandes produções como Pocahontas.




