Nine

"Nine" é uma verdadeira constelação estrelar de talentos consagrados

28.01.2010 │ 16:40

28.01.2010 │ 16:40

"Nine" é uma verdadeira constelação estrelar de talentos consagrados

Nine, homenagem à obra-prima de Federico Fellini (), está repleto de mulherões com decotes cantarolando de lá pra cá. Um desfile de estrelas hollywoodianas pra lá de estarrecedor, aos moldes de Chicago.

Sophia Loren faz a ‘mamma’ de Guido Contini, um cineasta com bloqueio criativo. Uma verdadeira matrona do cinema italiano e a prova de que essa é, sem sombra de dúvidas, uma ode ao cinema italiano, embora falado em inglês.

Interpretado por Daniel Day-Lewis, Guido muitas vezes é tratado como um Deus adorado por fãs, de cardeais à lojistas. Já no início, repórteres (meros mortais face ao Deus Guido), colocam questões como: “Você está certo das ideias?”. O que por si só já se mostra um grande catalisador para qualquer bloqueio criativo.

Em meio as musicas, Nine nos revela a mente e a composição de um artista tentando realizar um trabalho sem que consiga se focar naquilo que realmente importa.

Além de Loren, o filme conta com Penélope Cruz, Marion Cotillard, Kate Hudson, Nicole Kidman, Judi Dench e Stacy ‘Fergie’ Ferguson. Uma verdadeira constelação estrelar de talentos consagrados.

Um pouco mais inseguro do que em Chicago, mas ainda assim com uma visão bela sobre o seu material, Marshall mostra que sabe como filmar um musical e como tratar o belo elenco que está ao seu dispor.

Daí o problema do filme, o fator de comparação com Chicago. Nine perde, em comparação com seu predecessor, talvez pela tamanha expectativa que rodeava o projeto. Talvez em uma segunda sessão, a opinião seja diferente.

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