Rio Corgo

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10.06.2016

Um conto que se perdeu no vento. Essa é impressão de Rio Corgo. O personagem principal conduz a narrativa com seus gestos simples e mostra que isso é mais do que necessário para se contar uma história.
Silva se instala em uma casa abandonada em uma pequena vila de Portugal. De aparência marcante, com botas, terno e um sombreiro bordado, ele capta a atenção de uma menina disposta a ouvir sobre as aventuras que viveu.
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A pequena cena em plano sequência logo de início foi a perfeita abertura. Mostra que algo está para acontecer. O ritmo, mesmo que lento durante todo o filme, condiz com o ambiente apresentado: uma vila, poucos moradores, dias marcados pelo sol, pelas tarefas cotidianas. Existe um pequeno mistério em relação a personalidade de Silva que vai se desenrolando pouco a pouco e contando detalhes de seu passado. Com essas informações podem ser feitas suposições sobre quem ele foi, o quanto viajou e porque leva a vida do jeito que leva, de forma meio cigana, como alguém que não se prende a um lugar e não se cansa de viver histórias novas. Seja por costume ou preferência.
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A curiosidade que o filme deixa nas cenas é o destaque de Rio Corgo, se tiver oportunidade, não perca o filme.
Nota:

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Varilux

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AUTOR

Thais Wansaucheki

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