Sniper Americano

"Sniper Americano" é menos "bandeiroso" que outros filmes de Clint Eastwood

19.02.2015 │ 20:11

19.02.2015 │ 20:11

"Sniper Americano" é menos "bandeiroso" que outros filmes de Clint Eastwood

Não há dúvidas de que Sniper Americano funciona muito melhor nos Estados Unidos do que aqui. É um filme que fala do seu patriotismo, de um soldado conterrâneo e de uma guerra que existiu em retaliação a um atentado que aconteceu em seu solo. Mas isso não faz com que o restante do mundo não possa apreciar o filme.

Clint Eastwood não faz de Sniper Americano, ao contrário dos seus Cartas de Iwo Jima e A Conquista da Honra, um filme de bandeirismos e nacionalismos.

Sniper é um filme de personagem e a escolha de Bradley Cooper é acertada para tanto. Ele se entrega de corpo e alma para o papel e as mudanças físicas comprovam o fato, levando-o a ser indicado como melhor ator no Oscar deste ano.

Tecnicamente o filme tem seus méritos apesar da tão comentada boneca que substituiu o bebê em uma crucial cena dramática. Os efeitos e ambientação estão impecáveis, mas não trazem nada de novo ao gênero.

O sucesso de Sniper Americano, claro, é maior em seu país de origem, mas não deve passar em branco como um breve estudo da psique dos soldados americanos levados para as guerras que o país trava.

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