O filme brasileiro O Coreto, gravado na cidade de Guararema (SP), já foi exibido em festivais em 2024, recebendo uma Menção Honrosa no 18º LABRFF (Los Angeles Brazilian Film Festival). Embora tenha sido exibido em festivais, a estreia oficial mais ampla está prevista para 11 de dezembro.
Dirigido por André Corrêa, conta a história de Tina, uma jovem agricultora em Guararema que sonha em publicar seu livro, encontrando apoio e inspiração no tradicional coreto da cidade e um aliado inesperado, explorando temas de resistência feminina, arte e comunidade local. Gravado em Guararema (SP), o filme usa o coreto da Praça Coronel Brasílio Fonseca como um símbolo central da cultura local e da jornada de Tina.

A estreia na cidade de Guararema teve casa cheia e gerou moção de aplausos da Câmara Municipal. O filme foi concebido com o objetivo de resgatar as tradições culturais e celebrar a arte em torno do coreto, um marco cultural da cidade de Guararema.
O filme gira em torno de uma avó e suas duas netas que vivem da agricultura familiar na zona rural de Guararema, produzindo orgânicos. Tina (interpretada por Fernanda Schiavo), sonha em publicar o livro e se envolve na rotina artística e cultural do coreto local para arrecadar o dinheiro. A história fala sobre poesia, arte, amor e a vontade de conquistar as coisas. O personagem de Alexandre Borges também entra na trama e muda a história.
Sua vida começa a mudar quando ela encontra uma possível solução para o seu dilema financeiro e criativo, que está ligada à rotina artística e cultural do tradicional coreto de Guararema. Um dia, entristecida enquanto passa pelo coreto, ela cruza o caminho com um visitante misterioso (interpretado por Alexandre Borges), que entra em sua história e oferece uma nova perspectiva, alterando seu destino.

O longa foca em uma narrativa dramática e emocional, com atuações que buscam engajar o espectador na história local. A qualidade da narrativa é ótima em uma trama que entrelaça literatura, memória e romance em um projeto cheio de amor e com uma história envolvente. Um debate sobre poesia, arte, amor e a vontade de conquistar as coisas.
Além de destacar a força feminina no campo, o filme mergulha nas raízes culturais brasileiras, resgatando o valor da arte, da literatura e da união em torno da cultura popular, com foco na emancipação feminina, resistência cultural, literatura, e a força da comunidade. Sem dúvidas, é mais uma ótima adição ao catálogo de excelentes filmes brasileiros em 2025.




