Postais Mortíferos

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30.05.2021

Não se deixe enganar por esse nome bosta de filme B – esse thriller é tudo de bom!

E eu quase me deixei enganar. Por que, oh dear, traduzir The Postcard Killings para Postais Mortíferos. Sério que fiquei imaginando um filme de terror bem idiota. Mas não, minha gente. O filme é bom!

Nele, Jacob (Jeffrey Dean Morgan, o Negan, o cara do bastão chamado Lucille – socorro!!! – da série The Walking Dead) descobre que sua única filha, que acabou de se casar e ir para a Europa em lua de mel, acaba morta, juntamente com seu jovem marido, por um assassino serial.

Baseado no livro “Os assassinos do cartão-postal”, de James Patterson e Liza Marklund (a autora, inclusive, trabalhou no roteiro), Jacob faz o papel do pai americano inconformado com a morosidade das investigações da polícia dos países europeus onde os crimes acontecem. Claro que só olhamos o ponto de vista dele, pai de uma das vítimas, investigador de polícia em Nova York. Ele parece uma criança birrenta ao lidar com alguns investigadores europeus (imagino que deve ser a maneira como os europeus encaram a polícia americana).

E falando em ponto de vista, essa é uma das diferenças com outros filmes de serial killers que já assisti. Neste, como estamos do lado de Jacob e não dos policiais, sabemos tanto quanto ele sabe. No começo quase nada, mas conforme a investigação dele vai acontecendo, vamos desvendando com ele o mistério. Ou seja, quase não vemos fotos dos assassinatos – apenas temos acesso a tudo que ele consegue descobrir.

E vou parar de falar, pra não estragar nenhuma surpresa, pois o filme tem algumas. Talvez um pouco mais óbvias do que eu gostaria de admitir, mas curti. O desfecho me pareceu um pouco forçado, mas nem tudo pode ser perfeito, não é mesmo? Mesmo assim, o filme é bom, excelente pro sábado à noite 😀

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AUTOR

Melissa Correa

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