Pensar em uma pessoa de alma tão pulsante, de uma energia doida e espírito livre e como seria a melhor maneira de falar de alguém assim, senão em um tributo a aquela que foi a rainha do rock no Brasil, a vibrante artista paulista Rita Lee, de origem meio italiana, meio estadunidense e completamente Brasileira, no ritmo no riso e na atitude.
Ritas é intenso como a artista que dele fala, e ninguém melhor para apresentar Rita e sua história do que a própria Rita, lá na sua intimidade no seu lar, onde deixa claro que não era aberto a qualquer um, já que era uma pessoa de poucas companhias, mas essas poucas foram excelentes.

Orgulhosamente apresentando seus bichinhos de estimação e com muito zelo o tratamento que tem com eles e qual outro animal que anda por essa terra,afinal ela foi uma grande defensora da causa e que lhe trouxe muita briga com a galera que era a favor de eventos de maus tratos, como rodeios.
Rita não é só orgulhosa de quem está por perto, mas lindamente enaltece suas parcerias como Gil e Caetano e podemos ver parte desses momentos na tela. E ainda os encantos com Maria Bethânia e Elis.
Ter imagens tão potentes e bem retratadas faz Ritas ser um frescor para os olhos e uma delícia pra ouvir, o melhor do melhor da artista está ali. Não somente na sua atuação nos palcos como cantora, mas também os maravilhosos momentos da Rita interpretando personagens e muitas falas suas em trechos de boas entrevistas, como momentos que teve com Marília Gabriela e lá está ela uma artista genuinamente autêntica.

O documentário meio que segue uma linha do tempo e nele é possível entender cada tempo e transformação da artista.
Ritas é exatamente cada mulher que Rita quis ser e mostrar independente se o tempo aceitava ou não, mesmo grande sempre se colocou observando em volta e fez disso festa e um pouco de protesto. fato é Rita faz falta e esse documentário veio para suprir um pouco disso.







