Habitantes dos cantos escuros da internet, PV aqui, sejam bem-vindos a uma crítica, com o Destino Final de revisitar uma franquia que está retornando para as telonas.
Com direção de James Wong, co-escrito por Wong, Glen Morgan e Jeffrey Reddick, e com uma proposta ousada, o filme virou um marco cult do horror, e gerou uma das franquias mais criativas – e sangrentas – do gênero. A ideia central é muito interessante e bem executada, roteiro, atuação e elementos visuais em sintonia oferecendo um entretenimento de qualidade.

Alex tem uma visão premonitória sobre um desastre no avião que está com a sua turma do colégio, e ao despertar surta, sendo retirado do avião com mais algumas pessoas. No entanto, ao “salvar” aquele grupo, alterou o destino e agora a morte vem buscá-los um por um.
Ao suspeitarem da morte de um dos sobreviventes, Alex e Clear vão até a casa funerária, lá encontram o necropsista (Tony Todd) que explica “o plano da morte” em um “quase monólogo” brilhante. Com momentos marcantes e mortes criativas, cada sobrevivente reencontra seu ‘destino final’, mas não sem antes lutarem por sua sobrevivência de novo e de novo.
Os pontos negativos não acontecem o tempo todo, e nem estragam a experiência, mas acho que valem a pena serem citados, como alguns diálogos rasos, elementos visuais e humorísticos deslocados, e além disso, que em alguns aspectos, parecem ser um pouco datados.

Premonição marcou o início dos anos 2000, refrescando o gênero ao introduzir um “slasher invisível”, e ao criar uma franquia de sucesso com cenas icônicas do cinema de horror.
*Uma curiosidade: Inicialmente, o filme fora escrito para ser um episódio da aclamada série Arquivo X.
E aí, ainda vai pegar aquele vôo?





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