…ATUALIZANDO…
“Anos após o incidente “doméstico” envolvendo a Model 3 Generative Android (M3GAN), e em meio a debates sobre cibersegurança e inteligência artificial, uma nova e maior ameaça cibernética surge.”
Escrito e dirigido por Gerard Johnstone, estrelado pelo núcleo principal do filme anterior, Violet McGraw, Allison Williams, Amie Donald, Jenna Davis, Brian Jordan Alvarez e Jen Van Epps, e com a adição de Ivanna Sakhno, Aristotle Athari, e Jemaine Clement, M3GAN 2.0 dá um passo a mais em relação ao seu antecessor, consolidando uma franquia, atualizando a sua fórmula, e evoluindo como entretenimento.

Em uma bizarra mistura entre Austin Powers e Exterminador do Futuro, M3GAN 2.0 aprendeu com os erros do filme original e focou naquilo que realmente sabe fazer de melhor, é uma produção interessante e divertida, que se aprofunda na ficção-científica, nas críticas sociais envolvendo tecnologia, e principalmente no gênero de ação, proporcionando um thriller de ação sci-fi (ou tecnológico) com muito humor e um toque implícito de terror, mas, que de fato não é o foco principal.
“Tecnológia, tecnológia”
Nesta sequência a produção abandona, ou melhor dizendo, deixa bastante de lado a carga dramática da discussão parental, assim como o suspense psicológico e de sobrevivência apresentados no contexto doméstico do filme anterior. Alguns elementos assim como influências de obras do horror se fazem presentes, mas, a entonação, e principalmente a direção tomadas aqui se distanciam do horror, e tem o foco em se estabelecer como franquia, tendo presentes, os elementos que ajudaram a constituir o conceito original, como humor, tecnologia, ação e sua personalidade própria.

Os pontos que chamaram demais a minha atenção estão relacionados aos personagens, que se mantiveram fiéis, desde o roteiro até a atuação. Mesmas personalidades, mesmas falhas de caráter, mesmos trejeitos, agindo realmente como se espera de cada um deles.
- Um “easter egg” interessante, é que lá pelas tantas, em uma festa, a “Horrortuber” brasileira Ju Cassini faz uma rápida aparição em meio ao público.
Tecnologia, ação, críticas sociais, e muito humor em um entretenimento bastante satisfatório.





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