Lançamentos: Confira os lançamentos da semana de 05/03/2015



O novo filme do diretor de Kick-Ass e X-Men: Primeira Classe chega ao Brasil.

Sinopse: Adaptação da série de quadrinhos criada por Mark Millar. O suspense segue um agente veterano que resolve ajudar um jovem recrutado para uma escola britânica de espiões.

Confira o trailer:


Leia nossa resenha sobre o filme, por Felipe Sclengmann.



RENASCIDA DO INFERNO

O terror com Olivia Wilde estreia agora no Brasil.

Sinopse: Um grupo de estudantes de medicina está fazendo uma pesquisa sobre o cérebro humano, quando acidentalmente matam uma colega. Desesperados para reanimá-la, eles conseguem trazer a garota de volta à vida, mas despertam também uma força maligna. Enquanto tentam se proteger do perigo, eles também devem impedir que a amiga saia do hospital e mate as pessoas ao redor.

Confira o trailer:


Leia nossa resenha sobre o filme, por Bruna Loures.



SIMPLESMENTE ACONTECE

A adaptação do romance chega agora aos cinemas.

Sinopse: Os jovens britânicos Rosie (Lily Collins) e Alex (Sam Claflin) são amigos inseparáveis desde a infância, experimentando juntos as dificuldades amorosas, familiares e escolares. Embora exista uma atração entre eles, os dois mantêm a amizade acima de tudo. Um dia, Alex decide aceitar um convite para estudar medicina em Harvard, nos Estados Unidos. A distância entre eles faz com que nasçam os primeiros segredos, enquanto cada um encontra outros namorados e namoradas. Mas o destino continua atraindo Rosie e Alex um ao outro.

Confira o trailer:


Leia nossa resenha sobre o filme, por Marcela Sachini.



FORÇA MAIOR

O pré-indicado ao Oscar de filme estrangeiro pela Dinamarca, chega agora aos cinemas.

Sinopse: Uma família sueca passa as férias nos Alpes para esquiar. Eles ouvem um estrondo, que poderia ser um alerta de avalanche. Mas o pai não acredita na possibilidade de perigo. Enquanto comem, são surpreendidos pela avalanche. O pai reage com covardia, o que fará com que ele seja perseguido pelos seus erros até o fim de sua vida.

Confira o trailer:


Leia nossa resenha sobre o filme, por Emanuela Siqueira.



DUAS IRMÃS, UMA PAIXÃO

O filme alemão Duas Irmãs, Uma Paixão estreia agora no Brasil.

Sinopse: O filme acompanha a história do triângulo amoroso das irmãs Caroline (Hannah Herzsprung) e Charlotte (Henriette Confurius) com o escritor Friedrich Schiller (Florian Stetter). As irmãs sempre foram muito próximas e amigas uma da outra, e partilhavam de um coração e alma muito interligados. Com a chegada de Schiller, as duas se veem presas a um mesmo amor, e são levadas pelo escritor, que se apaixona pelas duas igualmente. Carolline é casada, mas vive uma vida infeliz com o marido, e encontra em Schiller seu conforto. Já Charlotte vivia sonhando com um bom marido, e vê igualmente em Schiller o homem de sua vida. Os três começam a viver um romance juntos, mas os laços das irmãs podem não ser tão fortes para sustentar essa situação.

Confira o trailer:

Resenha: "Kingsman - Serviço Secreto" faz uma ótima homenagem aos filmes de espião



Você é fã de filmes de espionagem? Quadrinhos? Seu humor é ácido? Kingsman - Serviço Secreto é o filme no qual você encontrará tudo isto e mais um pouco.

A estapafúrdia trama acompanha Eggsy (o estreante Taron Egerton), um jovem com problemas de disciplina que parece perto de se tornar um criminoso. Determinado dia, ele entra em contato com Harry (Colin Firth), que lhe apresenta à agência de espionagem Kingsman. O jovem se une a um time de recrutas em busca de uma vaga na agência. Ao mesmo tempo, Harry tenta impedir a ascensão do vilão Valentine (Samuel L. Jackson).



Os quadrinhos que originaram este filme são de autoria de Mark Millar e foram adaptados por Matthew Vaughn. A dupla, que já tinha colaborado em Kick-Ass — Quebrando Tudo, repete o sucesso da parceria aqui. As cenas são de um colorido explosivo, o humor é ácido e a ação não fica com medo de espirrar sangue na câmera.

As referências circulam desde os clássicos de 007 até Agente 87 e, em tempos em que tudo é adaptado de algo ou sequência de alguma coisa, Kingsman injeta um frescor na categoria. Ele subverte gêneros e brinca com sua própria "mitologia" ao longo dos seus 129 minutos.



A direção de Vaughn se destaca mais uma vez. O filme tem personalidade e as cenas de ação (principalmente as de Colin Firth) são cheias de estilo e não deixam o expectador perdido no que está acontecendo em tela.

Se em Kick-Ass, Vaughn fez uma ode aos super-heróis, aqui a homenagem vai para os espiões. E que venham as sequências!

Resenha: "Renascida do Inferno" dá alguns sustos mas não inova



Em primeiro lugar: Renascida do Inferno não é o nome de uma música do Slipknot. O título original, The Lazarus Effect (que, na minha humilde opinião, teria sido bem mais interessante usar a tradução literal do que “Renascida do Inferno”), na verdade se refere a uma passagem bíblica, onde o tal do Lázaro é ressuscitado por Jesus após a sua morte.

Confesso que comecei a criar algumas expectativas com esse filme a partir do momento que vi quem estava no elenco: Olivia Wilde (House) e o queridinho Evan Peters (American Horror Story), mas como não só do elenco se faz um filme, acabei meio decepcionada com o quão desconexa a história fica após a morte de Zoe.



O lado científico da história, a discussão fé X ciência, a investigação dos estudos, tudo que é racional e coerente é deixado de lado quando a Renascida de fato renasce e a história é substituída pelo clássico apagar/acender-de-luz-vamos-assustar-o-coleguinha e deixa devendo algumas explicações, como por exemplo, Zoe voltou com poderes paranormais porque foi possuída ou porque o efeito do soro aplicado em seu cérebro agiu de forma inesperada, já que não era próprio para humanos?



Mas o diferencial desse filme em relação aos últimos lançados do gênero está no final: imprevisível. E foi isso que me cativou. Há tempos eu não via um terror com um final como esse.

Então, caso você sinta vontade de levar alguns sustos sem espíritos e casas mal assombradas, aqui fica a dica.

Resenha: Simplesmente acontece ou (A Incrível Ausência de uma Conversa Honesta que Resolveria os Problemas)



Simplesmente acontece é uma comédia romântica baseada no livro Love, Rosie, de Cecelia Ahern, mesma autora de PS Eu te amo. Li o livro há alguns anos e até gostaria de dizer que é uma ótima comédia romântica, mas gente, lá vai mais um livro transformado em um filme mediano. Que decepção!

Rosie e Alex são amigos inseparáveis desde os 5 anos, mas aquela faísca sempre esteve presente. Eles fazem planos de ir para a faculdade juntos, mas vai tudo pelo ralo assim que Rosie engravida de um cara da escola que é uma toupeira, mas uma toupeira com um tanquinho e um belo par de olhos azuis. A partir daí, começa uma vida inteira de desencontros – no caso do filme, 12 anos. Ambos passam por momentos difíceis e relacionamentos complicados em suas respectivas vidas, mas nunca conseguem falar o que realmente sentem um pelo outro.



O filme até acerta em algumas sequências engraçadas, como o incidente que é responsável pela gravidez indesejada da moça, mas apela para cenas bizarras, como uma em que a filha presencia um momento à la 50 tons de cinza. O ritmo parece acelerado demais, as músicas boas são cortadas logo quando se está curtindo o momento e a cena, e a fotografia é muito colorida, quase como em clipes dos anos 1990.



Uma história de amor que dura mais de 5 décadas sendo adaptada para o cinema tem uma logística desafiadora, mas não precisa avacalhar e fazer uma comédia exagerada, com músicas tão pops e caídas no desuso que a gente sente vergonha alheia (toca Ragatanga, para você ter uma ideia), e um final sem toda a carga emocional que conseguimos sentir através da história original. Perdeu-se delicadeza e o lindo momento do silêncio, que é tão significativo no livro.



Claro que nem tudo são espinhos. Como pontos positivos, temos uma boa química entre os atores principais, Lilly Collins – a filha do ótimo Phil Collins – e Sam Claflin, o Finn de Jogos Vorazes (e suas covinhas), algumas músicas deliciosas (Peggy Lee! Elton John!) e o cenário deslumbrante da Irlanda. Lilly está muito bem como a heroína estabanada da história (lembra muito a Anne Hathaway na época da Mia Thermopolis) e ela se mostra gente como a gente quando chora, fica com o olho inchado e vermelhão.



Diria que vale a pena ver com as amigas para dar umas risadas e uns suspiros, mas não vale um balde de pipoca, no máximo uma jujubinha rs

Resenha: "Força Maior" é um sorriso perverso ao som de Vivaldi



Se uma tragédia estivesse a ponto de acontecer e você, rodeado de pessoas conhecidas como a família e/ou amigos, tivesse que agir rapidamente, o que faria? Salvaria a si próprio? Salvaria as pessoas próximas de você? Em “Força Maior” (Force Majeure, 2014) do sueco Ruben Östlund, um simples acontecimento pode acabar com a harmonia de uma família envolvendo apenas uma questão de perspectiva.

Um jovem casal e seus dois filhos estão passando uma semana de folga em uma estação de ski, há sol, as geleiras estão lindas e tudo conspira para que tenham um belo feriado em família. Mas durante o almoço uma avalanche se aproxima e o pai é o primeiro a sair correndo, salvando a própria pele. A cena não tem nada de espetacular e não é ação que comanda a situação, justamente por isso o espectador se vê confrontado pelas motivações do pai fugir e a mãe permanecer ao lado das crianças.



O clima muda conforme os dias vão ficando mais sombrios e perturbadores. A desconfiança e a mágoa pairam no ar e é quase impossível não acompanhar “Força Maior” com um olhar ácido diante dos julgamentos, muitas vezes silenciosos, entre cada membro da família, inclusive as crianças. O espectador acompanha de muito perto a desconstrução do casal, quase de forma voyeur vai se intrometendo e julgando a relação do marido fugidio e a da mulher que coloca o instinto materno acima de tudo, ou pelo menos assim ela crê.

A relação do casal protagonista se coloca em cheque entre as quatro paredes e entre outros casais de maneira social, momento em que as convenções estabelecidas entre seus pares se mostra pouco funcional e beira à hipocrisia. Uma das personagens coadjuvantes, quando questionada como consegue sair de férias sem seus filhos, afirma para a protagonista que “Mas tem muita gente que é importante na minha vida, não apenas meu marido e meus filhos.”. É apenas um dos momentos em que Roben Ostlünd, como roteirista, assinala com um sorriso perverso ao som das “Quatro Estações” de Vivaldi.



“Força Maior” é um filme sobre a criação de expectativas nas relações, sobre a força das convenções e claro, ambos vistos por um olhar sátiro e sem medo de soar hipócrita. A narrativa do longa faz o espectador se colocar na situação do casal a todo momento, assim como os personagens oscilam em seus próprios temperamentos. Há o exagero, quase pastiche, dos sentimentos de vítimas, dos sentimentos de serem donos da razão e da certeza. Fica a questão latente: O que você faria se houvesse uma avalanche?

Lançamentos: Confira os lançamentos da semana de 26/02/2015



PROJETO ALMANAQUE

A nova produção de Michael Bay chega agora aos cinemas brasileiros.

Sinopse: Um grupo de jovens acaba descobrindo instruções secretas para montar uma máquina do tempo, e decidem construir o aparelho. No entanto, os efeitos são muito diferentes do que esperavam.

Confira o trailer:




MAPAS PARA AS ESTRELAS

A ganhadora do Oscar Julianne Moore entra em cartaz com Mapas Para as Estrelas, no qual também foi indicada ao Globo de Ouro.

Sinopse: Agatha Weiss (Mia Wasikowska) acabou de chegar a Los Angeles e logo conhece Jerome Fontana (Robert Pattinson), um jovem motorista de limusine que sonha se tornar ator. Eles começam a sair juntos e flertar um com o outro, por mais que Agatha mantenha segredo sobre seu passado. Não demora muito para que ela comece a trabalhar para Havana Segrand (Julianne Moore), uma atriz decadente que está desesperada para conseguir o papel principal da refilmagem de um sucesso estrelado por sua mãe, décadas atrás. Paralelamente, o garoto Benjie Weiss (Evan Bird) enfrenta problemas ao lidar com seu novo colega de elenco, já que é a estrela principal de uma série de TV de relativo sucesso. Entretanto, como esteve internado recentemente, está sob a atenção especial de sua mãe (Olivia Williams) e dos produtores da série, que temem um escândalo.

Confira o trailer:


Leia nossa resenha sobre o filme, por Felipe Sclengmann.



SUPERPAI

A comédia brasileira com Danton Mello e Dani Calabresa chega agora aos cinemas.

Sinopse: Diogo (Danton Mello) era o garoto mais popular da escola, rei das festas e da bagunça. As meninas queriam estar com ele e os meninos queriam sê-lo. Agora, vinte anos mais tarde, é apenas um homem comum, pai, marido, trabalhador. Uma reunião da turma de colégio é sua chance de sair da rotina e a festa acaba levando a rumos inesperados.

Confira o trailer:


Leia nossa resenha sobre o filme, por Melissa Correa.



SEM DIREITO A RESGATE

A nova comédia com Jennifer Aniston estreia agora no Brasil.

Sinopse: Mickey Dawson (Jennifer Aniston) é sequestrada e seu rico marido se recusa a pagar o resgate exigido pelos criminosos.

Confira o trailer:


Leia nossa resenha sobre o filme, por Melissa Correa.



TINKER BELL E O MONSTRO DA TERRA DO NUNCA

A nova aventura de Tinker Bell chega aos cinemas brasileiros agora.

Sinopse: A fada Fawn sempre teve um bom coração e se recusou a ver maldade nas pessoas. Por isso, ela torna-se amiga de um gigantesco monstros. Tinker Bell e suas amigas temem que essa relação possa ser nociva para todas as moradoras da cidade, e decide combater o vilão antes que seja tarde.

Confira o trailer:




SR. KAPLAN

A comédia darmática uruguaia, Sr. Kaplan, estreia agora no Brasil.

Sinopse: Jacobo Kaplan (Héctor Noguera) está cansado de sua velhice e de sua rotina. Ele tem a oportunidade de entrar em uma aventura quando ouve dizer que um ex-nazista vive na sua pacata cidade uruguaia. Com a ajuda do ex-policial Wilson Contreras, Kaplan inicia uma investigação que pode transformá-lo em herói.

Confira o trailer:




A HISTÓRIA DA ETERNIDADE

A História da Eternidade, drama brasileiro, estreia nos cinemas.

Sinopse: Alfonsina (Débora Ingrid) tem 15 anos e sonha conhecer o mar. Querência (Marcélia Cartaxo) está na faixa dos 40. Das Dores (Zezita Matos) já no fim da vida, recebe o neto após um passado turbulento. No sertão compartilham sobrenome e muitos sentimentos. Amam e desejam ardentemente.

Confira o trailer:

Resenha: "Mapas Para as Estrelas" faz um estudo psicológico sobre Hollywood



Sabe o ditado de que o macaco nunca olha pro seu rabo? Pois então! Mapas Para as Estrelas, de David Cronenberg, rompe o paradigma ao fazer um estudo hollywoodiano bastante psicológico sobre Hollywood.



Cronenberg não estuda o glamour de um tapete vermelho ou a pompa de uma estrela que desfila por um deles, nem acompanha um bando de ladras de artistas como o Bling Ring de Coppola. Seu filme se embrenha na vida de várias figuras que circulam Hollywood, desde um motorista de limusine a uma atriz decadente que vem tentando o papel em uma refilmagem (no papel que pertenceu a sua mãe, morta em um incêndio).

O filme destila seu veneno sobre este universo de fantasias que o E! Entertainment pinta. Ele mostra este universo tão glamurizado, nas telonas e telinhas, de uma forma nua e crua, da qual não dá vontade de chegar perto.



A violência que o diretor retrata tão bem em seus filmes também está presente aqui. Somos obrigados a presencia-la com certo estupor, pela forma como o cineasta resolveu retratá-la.

Julianne Moore, indicada como atriz coadjuvante no Globo de Ouro deste ano pelo papel neste filme, está impecável e se prova mais uma vez uma grande atriz. Neste caso interpretando uma péssima. Metalinguagem pouca é bobagem!



Mapas Para as estrelas é um filme que deve, sim, ser visto, mas digerido aos poucos. É um filme difícil. Verdade! Mas este, é um mal necessário.

Resenha: Entre figurino, atores e um roteiro bacana, "Sem direito a resgate" é a comédia da semana



A trama do filme Sem direito a resgate não é superoriginal. Ela já foi contada antes em muitos filmes, de diversas formas. Tem até um com o Danny DeVito, da década de 1980, Por favor matem minha mulher, com a velha história “marido quer se livrar da mulher pra ficar com a amante”. Ah, mas aquele filme já tá antiguinho, esse daqui tem Tim Robbins e Jennifer Aniston, o roteiro até que se sai muito bem e o figurino a la anos 1970 tá incrível ☺



Que Frank Dawson (Tim Robbins), o marido, quer dar um sumiço (ou que ele deseje isso bem lá no fundo) na esposa, você já sabe. Mas a coisa acontece assim, sem querer, pois ele não é a causa do sequestro de Mickey (Jennifer Aniston). Ele nem estava em casa quando o lance aconteceu, pois viajou à Flórida pra ficar com a amante, Melanie Ralston (Isla Fisher), e pensar na vida depois de enviar os papéis do divórcio pra esposa. E os sequestradores patetas , ex-presidiários que nunca vão aprender a lição, Ordell (Yasiin Bey) e Louis (John Hawkes), nem imaginavam que o marido não fosse dar a mínima pra situação (ué, se ela desaparecer, facilita a vida do cara, nada de pensão ou divisão de bens). Há! E agora? Agora o filme embola, embola, embola, e o desfecho... ah, vou falar nada sobre ele, não!



O filme me surpreendeu, na verdade, e no final tava gargalhando com as trapalhadas dos sequestradores e com o rumo que a história tomou. Mas esse filme não é cheio de piadas e coisas engraçadas. A gente ri das situações, é mais um sentimento de vergonha alheia. Algumas cenas nem são engraçadas, são trágicas mesmo, e você fica com cara de, “sério que isso aconteceu?” E acaba torcendo pelos sequestradores, no final, pois o Frank é um pulha e você quer mais é que ele se ferre de alguma maneira, já que pagar o resgate você sabe que ele não vai.



Os figurinos estão excelentes, assim como o cenário e a paleta de cores utilizada. Gostei muito também da edição dinâmica e divertida (me lembrou de Doze homens e um segredo, se bem que até o fato de torcermos para os bandidos remete a este filme), além de alguns efeitos interessantes, como tela dividida no meio para mostrar dois personagens conversando.



Bom, esta é a minha dica de cinema pro final de semana. Bora rir um pouquinho e torcer pros sequestradores levarem uma graninha no final.