Gosto mesmo é de cinema nacional — ele fala a nossa língua, mostra quem somos. Mas quando preciso de alívio pra alma, coloco "O Fabuloso Destino de Amélie Poulain" ou "O Auto da Compadecida" pra rodar. Tenho um carinho especial por filmes baseados em histórias reais; talvez por isso adore biografias. Elas me lembram que, apesar de tudo, eu adoro gente — e entender as pessoas, seus comportamentos e emoções, é também uma forma de compreender o mundo. Já fui mais “Hollywood”, hoje tô mais “Ancine”.
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